Como muitos sabem, um grupo de teimosos escritores deflagrou em novembro do ano passado o Movimento Literatura Urgente. O que querem esses teimosos: a criação de POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A LITERATURA, com critérios claros, transparentes e democráticos.
O grupo redigiu o manifesto Temos Fome de Literatura, com 10 propostas de Programas Públicos para a Literatura e 5 reivindicações, inclusive mudanças na Lei do Livro, aprovada pelo Congresso Nacional. Conseguiu a adesão de quase 200 escritores do País todo e entregou o documento ao Ministro da Cultura, Gilberto Gil e ao Coordenador do Programa Nacional do Livro e da Leitura, Galeno Amorim.
Um documento consistente, de alto nível, que impressionou os técnicos do Ministério, dizem. Quem ainda não conhece o documento pode acessá-lo no site: www.literatura-urgente.com.br. Está no link manifesto.
Conseqüência dessa articulação, vai rolar uma Reunião dos Escritores de São Paulo no próximo dia 16 de maio (segunda-feira) no Teatro Eugênio Kusnet.
A pauta: propostas de Políticas Públicas para a Literatura, inclusive as que o Movimento Literatura Urgente enviou ao Ministério da Cultura.
Marcamos a reunião com o presidente da União Brasileira dos Escritores (UBE), Levi Ferrari, que é uma das entidades representantes dos escritores na Câmara Setorial do Livro e da Leitura.
Do nosso lado (o Movimento Literatura Urgente) vamos passar informações sobre o que foi feito desde a entrega do Manifesto ao Ministério. E pensar o que fazer daqui em diante. A idéia é engrossar a voz dos escritores junto ao Ministério. E fora dele também
Também conseqüência dessa articulação, acaba de ser criado em Belo Horizonte (outro pólo ativo nessa história toda), o Fórum Permanente de Políticas Públicas para a Literatura.
REUNIÃO DOS ESCRITORES DE SÃO PAULO
Dia: 16 de maio (segunda-feira)
Horário: 20 horas
Teatro de Arena Eugênio Kusnet (R. Teodoro Baima, 94 – 3259-6409 – final da av. Consolação)